Livro de Regras da CBS

LIVRO DE REGRAS DA C.B.S. 2014

I - HISTÓRICO - A Associação Brasileira de Surf Amador ( ABRASA ) foi criada em 1987, dando lugar a Confederação Brasileira de Surf em 1999 , tendo como finalidade principal o desenvolvimento, padronização de critérios e coordenação do surf  em todo o Brasil. Dentro desta filosofia, tem desde a sua fundação realizado o Circuito Brasileiro de Surf , alguns anos com varias etapas e outros apenas com um evento, de acordo com a disponibilidade de seus patrocinadores. Este circuito, além de definir anualmente o ranking do surf amador brasileiro, é usado como base das delegações brasileiras em competições no exterior.

É reconhecida desde 1988 pela ISA ( International Surf Association ) e pelo Comitê Olímpico Brasileiro como responsável pelo Surf Amador no Brasil

II - REGRAS DA COMPETIÇÃO :

O Circuito Brasileiro de Surf  será realizado em  locais e datas especificados no calendário estabelecido para cada ano :

NÃO HAVERÁ UM LIMITE RÍGIDO DE ETAPAS A SEREM REALIZADAS EM 2014

1)  Para o caso de 01 a 03  Etapas realizadas :

           Ranking Individual  NÃO TERÁ NENHUM  DESCARTE

           Ranking por Equipes NÃO TERÁ NENHUM  DESCARTE

2)  Para o caso de 4  Etapas realizadas:

           Ranking Individual terá  UM DESCARTE

           Ranking por Equipes NÃO TERÁ NENHUM DESCARTE

3)  Para o caso de  5  ou mais Etapas realizadas:

           Ranking Individual será a soma dos QUATRO melhores resultados

           Ranking por Equipes será a soma dos QUATRO melhores resultados

 

nDesempates individuais no ranking final seguirão o seguinte critério :  passa-se aos dois, um , quatro e eventualmente cinco ou mais  resultados. Persistindo o empate valerá a colocação do ano anterior na categoria em questão.

n O desempate no ranking final por equipes seguirá o mesmo critério do item  acima, porém persistindo o empate não se buscará o ranking do ano anterior, que será utilizado apenas para seed, podendo as duas equipes serem declaradas campeãs em uma temporada.

 

 

 

A pontuação adotada para atletas será  como a seguir :

Lugar

Pontos

Lugar

Pontos

Lugar

Pontos

Lugar

Pontos

1

1000

17

185

33

34

49

6

2

900

18

167

34

31

50

5

3

810

19

150

35

28

51

5

4

729

20

135

36

25

52

4

5

656

21

121

37

22

53

4

6

590

22

109

38

20

54

4

7

531

23

98

39

18

55

3

8

478

24

88

40

16

56

3

9

430

25

80

41

15

57

3

10

387

26

72

42

13

58

2

11

349

27

65

43

12

59

2

12

314

28

58

44

11

60

2

13

282

29

52

45

10

61

2

14

254

30

47

46

9

62

2

15

229

31

42

47

8

63

1

16

206

32

38

48

7

64

1

Classificados abaixo da 64aposição receberão todos 1 ponto para efeito de participação em ranking.

O formato padrão dos eventos da CBS deverá ser usado sempre que possível em todas as categorias.

a) Todas as baterias terão no máximo 04 competidores, destes um mínimo de 50% devem passar para a fase seguinte. Em casos excepcionais que o cronograma exija baterias de 5 atletas poderão ser disputadas . O avanço de 50% pode não ser obedecido no caso de baterias de repescagem .

b) Todas as baterias terão o tempo mínimo de 15 minutos, e as finais um mínimo de 20 minutos.

c) O número máximo de ondas permitidas por bateria assim como quantas serão consideradas para efeito de classificação fica a critério do Diretor Técnico e do Head Judge em função das condições do mar.

d) Após divulgadas as baterias, não será permitida a troca de baterias para  atletas já inscritos..

e) O atleta que chegar atrasado poderá entrar no mar com a bateria em andamento, dentro do tempo programado para a mesma desde que a inscrição deste atleta já esteja paga e confirmada ou se tratar de baterias em rounds seguintes ao primeiro round . Qualquer atleta com reserva não efetivamente paga poderá ser substituído por outro alternate a qualquer momento e sem aviso prévio .

f) Em hipótese alguma um atleta chamado pela locução que tenha dado W.O, pode voltar para a competição.

g) As baterias deverão ter seu tempo marcado através de um cronômetro eletrônico e nunca por um relógio comum.

h) Todas as baterias deverão começar em frente a área do palanque, ou no out-side, ou com os surfistas saindo da areia ( beach start ) mediante orientação do locutor e/ou beach marshall .

h.1) No caso de início water start , caso um atleta reme para o outside antes da autorização da locução e o head judge decida que este atleta obteve uma vantagem indevida sobre os outros competidores , poderá comunicar a este atleta que sómente poderá surfar sua primeira onda após qualquer adversário surfar sua primeira onda . Caso o atleta punido surfe a primeira onda da bateria a nota será ZERO e a onda irá contar para o limite máximo .

i) Deverá ser usada uma sirene para iniciar ou terminar as baterias. Um toque para iniciar e dois para terminar.

j) Deverá ser usado um sistema de placas com no mínimo 1 metro quadrado verde para começar e amarelo para indicar os 5 minutos finais.

k) O locutor deverá fazer uma contagem regressiva dos cinco segundos finais da bateria e ao atingir“zero” a mesma encerrar-se-à imediatamente e a placa amarela deverá ser abaixada não devendo aparecer nenhuma placa. O final da bateria ocorrerá no primeiro sinal da sirene.

l) Um surfista poderá descer uma onda antes do início ou após o término de sua bateria apenas se, respectivamente a bateria anterior já tiver terminado ou a bateria seguinte ainda não ter iniciado. Nestes casos a onda não será validada e não haverá penalizações. Caso contrário, em ambas as situações poderá ser aplicada uma multa ao atleta no valor de uma inscrição, sem prejuízo de uma eventualç interferência caso o surfista lese o potencial de pontuação de outro atleta na bateria em curso . Em condições críticas de mar, o diretor técnico, poderá autorizar, por medida de segurança que o atleta desça em pé nas condições anteriores sem a penalização. Neste caso o surfista deverá faze-lo sem efetuar manobras.

m) Ao final da bateria o surfista deverá estar claramente de posse da onda fazendo um movimento para se levantar-se com as mãos já tendo deixado as bordas da prancha para que a onda seja contada.

n) Sob nenhuma circunstancia haverá prorrogação de tempo, uma vez iniciada a bateria. Se a mesma for interrompida por qualquer razão, esta deverá iniciar-se no tempo exato em que foi interrompida até o final preestabelecido. Caso a bateria recomece em outro local que não o local onde houve a interrupção e o head judgeavaliar que não existia uma vantagem nítida para nenhum competidor e que será impossível manter a mesma escala no julgamento, poderá optar pelo reinício total da bateria.

o) Será obrigatório o uso da camiseta de competição da maneira correta, caso contrário o head judge poderá não pontuar as ondas do atleta. O competidor deverá sair da área do palanque vestindo sua camiseta de competição, só podendo tirá-la após o término de sua abateria, também na área do palanque.Atletas que retirarem suas lycras antes de chegarem ao Beach Marshal , também estarão sujeitos a uma multa no valor de uma inscrição , a critério do Diretor de Provas em consulta ao Head Judge .

p) Todas as baterias que tenham dois atletas, com os mesmos já classificados, terão seu tempo reduzido para 05 minutos. Em condições particulares de mar ou de cronograma o diretor da prova poderá optar pelo seed para definir colocações .

q) No caso em que as condições do mar não apresente o tamanho mínimo exigido de 30 cm, o campeonato deverá ser realizado em lugar que tenha o mínimo de condições, ou transferido para outro horário ou dia. No caso de o campeonato ser oficialmente cancelado após o inicio, os pontos deverão ser divididos entre os atletas que estiveram classificados para a respectiva fase.

r) Deverá ser incluído obrigatoriamente divulgação de resultados e releases para a imprensa.

s) O diretor da prova é a única pessoa que poderá dar informações oficiais sobre horário e formação de baterias. Se por acaso alguém que não o diretor da prova passar informações erradas que causem a perda de uma bateria, não será de responsabilidade do evento, ficando o atleta sem condições de reclamar.

t) O competidor poderá ser informado quando faltarem 2 ondas, quando faltar 1 onda e quando completar o número máximo de ondas para a bateria em questão. Se surfar mais que o limite da bateria poderá ser  penalizado com  multa no valor de uma inscrição, para cada onda extra. Além disso quem permanecer na água após sua última onda será penalizado com uma interferência se:

t.1) descer qualquer onda extra que atrapalhe outro competidor.

t.2) interfira em qualquer competidor remando ou colocando-se no out-side.

u) As bandeiras de tempo são consideradas instrumentos de auxilio ao atleta, principalmente em condições adversas do mar. Porem os mesmo devem ter seu próprio controle de tempo. Alegações de que não foi vista a bandeira, ou de que a mesma foi trocada em tempo ou cor equivocada, não dão direito a alteração de resultado ou volta de bateria ao mar.

v) Da mesma maneira o sistema de locução é também considerado instrumento de auxílio ao atleta. Reclamações sobre notas e resultados parciais equivocados ou da falta dos mesmas devem ser dirigidas ao diretor de provas para um aprimoramento do evento, porem não terão efeito sobre o resultado da bateria. O mesmo vale para o aviso das ondas restantes.

x) O seeding a ser utilizado nas baterias levará em conta a colocação do atleta no ranking do ano corrente a partir da segunda etapa .Para a primeira etapa o seeding será se considerando o ranking final do ano anterior .

III – SOMATÓRIA DOS PONTOS.

a) Para decidir sobre o vencedor usa-se o sistema da soma das melhores pontuações. O número de ondas que serão somadas será definido pelo Diretor de Provas em conjunto com o Head Judge, sendo que este número poderá ser mudado durante a competição sempre que as condições de mar assim o exigir. A maior e a menor nota dada pelos juizes a cada onda serão eliminadas, somando as duas notas restantes. Ao final da bateria as melhores pontuações de cada surfista definidas acima serão destacadas e somadas. O surfista que obtiver o maior numero de pontos será o vencedor.

b) Empates - Nas baterias devem ser somadas as três melhores pontuações. Permanecendo o empate soma-se as melhores e assim por diante. Se permanecer o empate passa-se a somar as 4 melhores pontuações até obter o desempate. Somente baterias sem condições de desempate irão para a água novamente com apenas os atletas envolvidos.

IV - INTERFERÊNCIAS.

a) Regra básica - O surfista que estiver na parte mais interna da onda tem o direito incondicional de percorrê-la em toda a extensão. A interferência será caracterizada se durante esta onda a maioria dos Juizessentir que o outro competidor lesou o potencial de pontos que o surfista que tinha a posse da onda poderia obter.

b) Qualquer competidor que se levantar à frente do surfista que tiver a posse, tem a chance de sair da onda sem estar cometendo interferência; a não ser que ele lese o potencial de pontos a ser atingido pelo surfista mais próximo do pico da onda, incluindo no caso de pressão excessiva, segurando a cordinha ou mesmo quebrando a sessão da onda.

c) Direito de passagem - Posse de onda ou direito de passagem vai variar de acordo com os tipos de mar, a serem citados a seguir, onde estiver ocorrendo a competição. É responsabilidade dos juizes, determinar quem tem posse ou direito de passagem, baseado na formação da onda, definindo se a mesma é uma direita ou uma esquerda. Se na entrada da onda não for possível definir seu lado predominante, o direito de passagem será do surfista que primeiro fizer uma virada para a direção que escolher.

c.1 Point Break - Quando existir apenas uma direção disponível, o surfista na parte interna da onda terá o direito de surfá-la em toda sua extensão.

c.2 Um Pico - ( fundo de areia, pedra ou coral ). Onde houver um pico definido com direita e esquerda disponível, o surfista que estiver mais o próximo do pico da onda terá o direito incondicional de surfá-la durante sua extensão na direção que escolher (cavando para a direita ou esquerda). Um segundo sufista pode ir em direção oposta da onda sem estar cometendo interferência, desde que não interfira no primeiro que estabeleceu o direito de surfá-la. ( ou seja, não poderá cortar a trajetória do primeiro surfista para ganhar o lado oposto da onda ou atrapalhá-lo).

c.3 Múltiplos picos ao acaso ( beach break) - Nestas condições, a posse poderá variar de acordo com a natureza individual de cada onda.

c.3.1 Com um pico o surfista poderá ir em qualquer direção definido anteriormente.

c.3.2. Com 2 picos, existirão casos em que a ondulação terá picos separados definidos que se encontrem eventualmente. Embora estes dois surfistas tenham posse de seus respectivos picos, aquele que ficar em pé primeiro será considerado como tendo a posse e o segundo deverá dar passagem, saindo da onda ou não, desde que ele não atrapalhe o surfista que subiu primeiro na prancha.

c.3.3 Se dois surfistas ficarem em pé ao mesmo tempo em picos separados que se encontrarem eventualmente, então :

nSe ambos derem passagem, indo reto ou saindo da onda, de forma que um não atrapalhe o outro, não haverá interferência.

nSe cruzarem, colidirem ou atrapalharem-se mutuamente, os juizes darão a interferência ao surfista que tiver sido o agressor.

nSe nenhum der passagem, aliviando a trajetória ou saindo da onda e ambos assumirem a responsabilidade será marcada uma interferência dupla.

·cruzamento de trajetória não é permitido em hipótese alguma, e se um levantar primeiro, será então marcada a interferência do outro.Na dúvida dê passagem.

·Se levantarem ao mesmo tempo e houver colisão a interferência será do agressor - Possibilidade de dupla interferência.

·Critério de escolha de direito de passagem - A escolha do critério do direito de passagem será de responsabilidade dos Head judgese do diretor técnico da CBS.

d) Snaking -

d.1 - O surfista que estiver com a posse da onda já estabelecida terá o direito de surfa-la durante sua extensão, mesmo que o outro vindo do inside suba atras dele em qualquer situação. Os juizes não penalizarão o surfista que estiver com a posse, mesmo que ele esteja na frente do outro competidor.

d.2 - Se um surfista não estiver atrapalhando ao surfista que detém a posse, então os juizes poderão optar por não penalizar nenhum deles, marcando os pontos para ambos na mesma onda, dependendo do critério adotado.

d.3 - Se, na opinião dos juízes, o segundo surfista tiver interferido no que tinha a posse da onda, então a interferência será dada ao segundo surfista, embora o mesmo esteja mais próximo do pico.

d.4 - as situações acima são aplicadas em baterias de 04 surfistas.

e) Interferência de remada - Em baterias de 04 surfistas, o surfista que estiver na parte interna da onda, não poderá ser excessivamente pressionado por outro surfista. A interferência de remada ocorre:

e.1 - O surfista ofensor fizer contato ou forçar o que esta na parte interna da onda a mudar sua direção na remada para pegar onda causando a possibilidade de perda de trajetória.

e.2 - O surfista ofensor quebrar uma seção de onda, atrapalhando no potencial de pontos daquele que tem o direito de passagem.

e.3 - Quando o surfista, ao se dirigir para a linha da arrebentação, ficar no caminho de um adversário e uma colisão acontecer, a decisão será dos juizes, avaliando se a colisão foi proposital ou não.

f) A penalidade de interferência –

Se a maioria dos juízes anotar a interferência, então esta onda será computada na soma final como ZERO. Além disso serão somadas apenas as suas duas melhores notas ( no caso normal de estarem sendo computadas as tres melhores ondas da bateria ).

Se o surfista não tiver 03 notas, corta-se sua pior nota, somando-se apenas 01 nota. Caso ele tenha somente uma onda, então o mesmo não terá nenhuma onda somada. Em caso de interferência de remada o triângulo deverá ficar entre os dois quadros, entre a nota dada à ultima onda surfada e a seguinte. Deverá haver uma seta em que onda o surfista cometeu a interferência. O Head judge poderá ser incluído. Neste caso a interferência será determinada nas 3 das 6 papeletas de julgamento. O surfista que sofrer interferência terá permissão de surfar mais uma onda, além das 10, dentro do tempo normal da bateria. A exceção é um caso de dupla interferência onde nenhum dos dois recebe onda adicional. Uma onda extra também será dada ao surfista que for interferido por fotógrafo, seguranças ou por um banhista qualquer. Uma vez anotada interferência torna-se impossível voltar atrás desta decisão, que é irrevogável, podendo ser alterada apenas em dois casos:

1 - Caso inequívoco de troca visual das cores da lycras por parte dos juizes.

2 - Apresentação de protesto dentro das condições do item “g” .

Será permitida a presença de um caddie ( ajudante ) com uma prancha extra, mas este ajudante não poderá surfar nenhuma onda, ou cometerá interferência para o atleta que estiver ajudando. O caddie só poderá entrar na água perante uma autorização do diretor da prova ou diretor técnico da CBS.

TATICAL PADDLING INTERFERENCE : TPI

Esta regra foi criada pela ISA para evitar o uso da marcação de maneira exacerbada e o Head Judge poderá aplica-la caso ache necessário . Neste caso , deverá ser feita uma comunicação pelo sistema de locução que esta regra estará sendo aplicada a partir daquele momento .

A TPI se caracteriza no caso de uma marcação excessiva de um atleta a outro . Se o atleta que está exercendo a marcação e se coloca na posição de inside perante a onda e ficar nítido para os juízes que o mesmo tem total condição de surfar a onda o atleta não poderá abortar o drop para evitar que seu adversário surfe . A primeira ocorrência não é considerada . Na segunda ocorrência , seguida ou não haverá uma advertencia sem punição , e na terceira ocorrência , seguida ou não , o atleta deverá sair do mar tendo duas interferências anotadas contra si .

Da mesma maneira , pela TPI , uma interferência de remada também poderá ser anotada mesmo sem a ocorrência de onda , ou seja , durante a movimentação dos atletas em água flat . Caso uma marcação seja exercida de tal maneira que o atleta marcado não possa remar na direção que deseja e seja seguidamente bloqueado pelo seu marcador , a interferência de remada será anotada . Para a marcação desta interferência não há a necessidade de advertência prévia .

g) Protestos – Protestos deverão ser feitos por escrito e assinados pelo Chefe de Equipe até 05 minutos após o resultado da bateria em questão. Não serão considerados protestos contra notas atribuídas pelos juízes, que são irrevogáveis, não importando o argumento ou prova apresentada. Estes protestos não terão obrigatoriedade de resposta e servirão como subsídio para avaliações do Diretor Técnico. Resultados poderão ser revistos mediante a apresentação de vídeo tapes somente no que diz respeito a aplicação indevida de interferências ou sua também indevida não aplicação, assim como troca de cores de lycras ou validade ou não de ondas com relação ao toque da buzina. Poderá ser considerado pelos juízes também a gravação em vídeo ou o testemunho de pessoas integrantes do staff no que diz respeito a eventuais ondas perdidas e não anotadas pelos juízes.

h) Julgamento - O surfista que executar as manobras controladas mais radicais nas seções mais críticas das maiores e/ou melhores ondas com a máxima velocidade e o mais elevado grau de dificuldade, na maior distância funcional, deverá ser considerado vencedor.

i) Penalidades disciplinares - Atos de indisciplina, agressões, desrespeito à comissão e qualquer outro caso que de acordo com a organização possa ser considerado atentatório à boa conduta esportiva poderá ser punido com os dispositivos constantes do REGULAMENTO DISCIPLINAR).

j) Ítens omissos - Ítens omissos neste Livro de Regras seguirão as regras da ISA que sempre terá prevalência . Da mesma maneira , eventuais alterações de regras estabelecidas pela ISA deverão ser seguidas nos eventos da CBS , independentemente da atualização deste Livro de Regras  Persistindo a omissão a questão será decidida conjuntamente pelo Diretor Técnico e pelo Diretor de Provas da CBS.